segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Terceirização precariza o trabalho?

"O debate para a terceirização deve ser equilibrado"


A resposta é não. Isso é “balela”, afinal os tempos mudaram — e até mesmo o esquema da CLT precisa se adaptar à modernidade. A resposta é do presidente, do Conselho de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Alexandre Furlan. Para ele, esse debate deve buscar um equilíbrio entre o empresariado e a legislação.

Atualmente, a terceirização é o maior setor de empregos formalizados. 72% dos funcionários terceirizados têm empregos formais, enquanto o índice de formalização nacional é de 52%.

Terceirizar, ainda segundo as declarações de Alexandre, é ter a garantia da qualidade do trabalho, com possibilidade de substituição do funcionário e também de negociações que beneficiem aos dois lados: a empresa e o funcionário.

Rhelty: “O nosso trabalho é facilitar o seu”.
(http://www.rhelty.com.br)

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Horas de trabalho: reduzir ou manter?

"O tema da diminuição da jornada para 40 horas é pauta desde 1995"

A proposta que está pronta para ser votada em Plenário, de reduzir as horas semanas do trabalho de 44 para 40 horas semanais, ainda dividem opiniões entre especialistas da área e trabalhadores.

O tema tramita no Congresso Nacional desde 1995 como uma das principais bandeiras levantadas pelo movimento sindical. Mas, para os empresários, a visão é diferente: "Não vejo vantagens dessa medida para as empresas, que terão despesas como hora extra e novas contratações. Também não vejo tantos benefícios para o funcionário, já que a diferença de tempo de trabalho por dia será pequena", explica a advogada especialista em direito empresarial Lucyanna Lopes.

Por outro lado, para o chefe da seção de Relações de Trabalho da Superintendência Regional de Trabalho e Emprego do Paraná, Luiz Busnardo, "à medida que reduz o desgaste físico e mental dos trabalhadores, propiciando um maior tempo de lazer, pode-se atingir um aumento da produtividade".

Embora, em muitos casos, o empregado acaba complementando sua jornada com outras atividades, eliminando a possibilidade de lazer e ganho de produtividade.

Rhelty: "O nosso trabalho é facilitar o seu"
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