sexta-feira, 1 de julho de 2016

Os diplomas não garantem mais a ocupação de vagas de emprego e melhores qualificações no Brasil. Com a crise e os postos reduzidos, a escolaridade aumentou, mas a produtividade dos empregos diminuiu.

Os cargos, muitas vezes, não são compatíveis com os níveis escolares que, apesar do crescimento, não ajudaram o país a subir posições em rankings de burocracia e investimento das empresas, onde sempre figurou entre os piores.

Se os crescimentos não animam, a dificuldade pode se intensificar ainda mais. A crise econômica interrompeu a fase de ouro da criação de empregos no Brasil. Em 2015, cerca de 1 milhão de empregos foram eliminados.